Dejeane Arruée (vocal e trombone) e Graziela Pires (vocal) mesclam em sua banda um diálogo aberto com o pop, o samba, o rock e a música popular brasileira, sem deixar de lado questões como mulheres negras, feminismo, diferenças de classes, empoderamento da mulher e a esperança por uma sociedade mais justa. Tudo costurado pela arte.