Paloma Oliveira é uma exploradora que acredita na ética open-source. Se construiu sobre a prática artística in(disciplinar) como uma forma de gerar pensamento crítico e propor mudanças sociais. Nos últimos anos tem se focado em questões ao redor da autonomia, sustentabilidade e do capacitismo (estudos críticos da discapacidade e direitos humanos). Mãe de gato, curadora, artista multimídia, pesquisadora, museógrafa, engenheira de software, atualmente explora as relações entre corpos (físicos, sociais e digitais), tecnologias e sustentabilidade. Concebe projetos desde 2003 entre residências rurais, performances e instalações.